29.1.07

happy birthday to you, dear Su!

Su, um grande beijinhos de parabéns e tudo de bom para ti.
João

26.1.07

25.1.07

Sun Screen

Tentei enviar-vos este vídeo antes da passagem de ano... sem sucesso. Aqui vai.
Depois de verem o filme façam qualquer coisa que vos apeteça, qualquer coisa que vos faça sentir que estão vivos.
Beijinhos às meninas e abraços aos meninos
João

24.1.07

curvas

depois de tão lírica e sentida divagação sobre longos pescoços e belos ombros, achei que era hora de voltar com os pés à terra e deixar a minha mente divagar por outras curvas...

belas curvas!


e para quem pense estar perante uma bela, redonda e típica barriguinha portuguesa... desengane-se! esta cacei-a em Hong Kong, num tasco onde se comiam dumplings de vários recheios e feitios, sempre acompanhados por uma bela garrafa (de quase 1 litro) da minha saudosa tsingtao (imaginam como andava contente por Hong Kong, sempre a beber a minha cervejinha sozinha, hehe). curiosamente, já provei esta cerveja algures na europa e não me soube tão bem como naquele território quente e húmido que é a área especial administrativa de Hong Kong! Ah, belas férias! isto está a soar-me a uma grande falta de viagens, este meu grande vício... 2006 foi um ano particularmente fraco nesta matéria, infelizmente. mas adiante. ou nem por isso.
não faço a mínima ideia do que me levou a postar aqui sobre esta barriga e portanto também não sei que caminho tomar nesta minha divagação e o melhor será então desligar o computador, saír do escritório e rumar a casa!

pfff, que falta de imaginação!!

fiquem bem

23.1.07

Pequena apreciação em português suave da sensualidade do pescoço feminino


A fotografia que escolhi e as linhas que se seguem surgem na continuidade da elevadíssima conversa sobre os elementos do corpo feminino que, na minha opinião, brotam sensualidade incontinente, e na esteira da vossa admiração quanto à minha inclinação pelo pescoço e pelos ombros.

Pois de facto, muito me diz um pescoço feminino, bem como os ombros. São no corpo de uma mulher os elementos que mais demarcam a sua altivez, o seu porte, a sua mística e a sua elegância. A curvatura do pescoço até ao ombro é como uma colina de doce declive que nos precipita numa queda vertiginosa, um verdadeiro paradoxo, uma montanha-russa que se extingue numa espiral infinita. Assim é o pescoço da mulher.

Passear a vista por um pescoço feminino é como passear descalço na relva orvalhada da manhã, ou vaguear à chuva num dia quente de Primavera.
Acresce ao seu encanto a noção da fragilidade fisiológica decorrente da passagem da delicada jugular, tão superficial e desprotegida, tão susceptível de dano. É frágil esta delatora da alteração do estado da mulher, e da sua fragilidade resulta a fragilidade do pescoço essa absoluta aliança entre o corpo e a mente. Por aqui me fico, aguardando réplica ou comentário de quem achar por bem :-)

PS - Foto: Carrie Anne Moss - Mais uma vez me socorri do “Matrix”. De facto este filme dá para tudo.

22.1.07

Jantarada...

Ora "biba" colegas,

Pelas fotos parece o encontro valeu a pena.
Por muita pena minha não pude acompanhar-vos, mas faltar ao aniversário do irmão não seria decerto uma boa opção. Peço desculpa.
No entanto tenho a certeza que próximos repastos se seguirão.
A ver se arranjamos uma data porreira para a ida ao Parque Peneda-Gerês.

Beijinhos e abraços.

Carlos

21.1.07

Sopa de grão aromatizada com ramo de cheiros

Ingredientes:
1 batata grande, 2 cenouras; 1 couve lombarda, 1 lata de grão; 1 cebola grande; 2 dentes de alho; 2 hastes generosas de salsa; 2 hastes de hortelã; 2 hastes de serpão (para quem não conhece é uma erva aromática que cresce no centro do país muito utilizada para infusões e pratos de carne). Quem estiver interessado pode pedir-me que eu arranjo.
Azeite (q.b.); Carne de porco salpicada (podem pedir no talho para salgarem a carne): recomendo costela (entrecosto do mais estreito), orelheira e chispe.

Lavar bem a carne em água corrente e levar ao lume em água a ferver durante 5 minutos (não aproveitar a água da cozedura). Retirar as carnes e reservar. Atar as hastes das diferentes ervas aromáticas num único ramo (para o efeito podem utilizar linha de coser). Numa panela colocar a cebola em quartos, o alho, o azeite, o ramo de cheiros, o grão e as carnes, e cobrir com água generosamente. Colocar ao lume e deixar cozer as carnes (tempo aproximado de 1h15, mas depende). Cortar a batata e a cenoura em pequenos cubos. Cortar a couve lombarda em juliana. No final do tempo de cozedura retirar as carnes e desossá-las. Retirar também o ramos de cheiros a passar com a varinha mágica até obter um creme. Adicionar a batata, a cenoura e a couve e levar novamente ao lume cerca de 15 minutos. Por fim adicionar as carnes cortadas em pequenas porções e servir.
Nota: em princípio não é necessário adicionar sal, mas isso fica ao critério de cada um.

20.1.07

Jantarada!!

A primeira de muitas!!





























Ar de Rio, Ribeira de Gaia. 19.Janeiro.2007

Jamie Cullum - Get Your Way

Como hoje não me apetece escrever... partilho o que tenho estado a ouvir.

19.1.07

Desafio

Cá estou!
Contem comigo!

Só não contem para o jantar, porque esta gripe é das boas.

Beijinhos e Abraços

18.1.07

15.1.07

Promise

I will be easy company; the blur
Of what I longed for once will fade to space.
No thought that could discomfort you will stir.
My eyes will painlessly survey your face.

Vikram Seth

14.1.07

Queijo chèvre panado com molho cumberland

Para o queijo panado
Ingredientes:
- 1 ovo
- Pimenta a gosto
- Pão ralado
- Farinha
- Um queijo chèvre (pode ser outro tipo de queijo de cabra, de qualquer modo a minha escolha recai sobre o chèvre – marca “Palhais”)
- Óleo vaqueiro (alternativamente podem utilizar azeite, margarina ou até mesmo manteiga)

Cortar o queijo em rodelas. Bater o ovo e temperar com pimenta preta e sal. Passar as fatias de queijo por farinha, pelo ovo batido e depois pelo pão ralado. Colocar o óleo numa frigideira e levar ao lume. Quando o óleo estiver quente introduzir as rodelas de queijo e fritar de ambos os lados até ficarem douradas. Escorrer sobre papel de cozinha.
Colocar em cada prato duas rodelas de queijo e adicionar o molho Cumberland a gosto.

Para o molho CumberlandIngredientes:
- 2 chalotas pequenas ou cebolinhas (preferencialmente chalotas)
- 1 laranja
- 1/2 limão
- 1 cálice de vinho do Porto
- 4 colheres de sopa de geleia de groselha (se não tiverem geleia de groselha podem substituir por geleia de morango, ou ainda utilizar geleia de laranja e umas gotas de xarope de groselha)
- 1 colher de chá de açúcar
- 1 colher de chá de uma boa mostarda (atenção: uma colhe de chá rasa!!!)
- 1 pitada de gengibre ralado (pitada com mãos de fada)
- Sal e pimenta, preferencialmente de Caiena, a gosto (recomendo moderação no sal se o queijo escolhido for um queijo de cabra bastante salgado)

Descascar a laranja e o limão tão finos quanto possível utilizando, por exemplo, um descascador de legumes. De seguida cortar as cascas em juliana muito fina (muito fina mesmo, tipo palha) e cozê-las em água, num tacho pequeno, cerca de 2 minutos e escorrer. Espremer a laranja e o limão.
de seguida descascar e cortar finamente as chalotas, escaldá-las e escorra-las, apertando-as para soltarem toda a água. Depois, num tacho pequeno derreter a geleia com o açúcar, juntar o vinho do Porto, as chalotas, e as cascas.
Adicionar o sumo de limão e o sumo de laranja, e juntar a mostarda e o gengibre.
Cozer em lume brando durante uns minutos (dependendo do lume..) até obter uma calda.

13.1.07

O meu rio


Este foi o primeiro rio que ouvi na minha vida. Para ele pulei, nele cai, nadei e brinquei. Adormeci a ouvi-lo em tantas noites de Agosto em que a única coisa que vencia o calor da serra era o seu murmurar. Pelas suas margens corri com a despreocupação que qualquer criança carrega no rosto. Fui cowboy, índio e explorador, sem medo de encontrar animal ou qualquer Adamastor. Muitas vezes a única companhia que tinha era o eco da voz do meu avô abafado pela folhagem da copa das árvores. Recordo-me tão bem daqueles sons! A água a afagar os seixos, a voz do avô, o tamborilar dos meus passos na terra seca, a respiração ofegante e o riso preso e abafado de quem não se quer denunciar.
Os anos passaram e o rio continua lá, mas para mim tudo é diferente. Agora, a água sinto-a nos meus olhos quando os fecho e as minhas pálpebras, qual tela de projecção, se enchem com as memórias que mais não voltam. Hoje, o rio continua a correr, tal como a vida. A voz do avô João já não se faz ouvir por lá, e a despreocupação que eu carregava no rosto ficou algures por entre a copa das árvores...
Perto da nascente do rio Ceira em Casal de Ermio – Serra da Lousã

12.1.07

O prometido é "de vidro"...



Banco de jardim...
local de repouso daqueles que nele buscam algum sossego... assim é o coração... um banco de jardim...

11.1.07

...e "biba" e tal....

Ora "biba"

Isto de colocar uma msg em dias certos não sei se vai correr bem (eheheh), mas sempre que poder e me lembrar aqui deixarei o contributo.

E o resto da malta?? onde anda??
A Gabriela começou e depois desapareceu..

E o almoço de dia 20?? alguém está em cima do problema derivado da questão??

Beijos e abraços

9.1.07

sol de inverno


sunflower, originally uploaded by wandering_dune.

são tão bons estes dias de sol de inverno... pena que tenham de ser passados a ver o sol pela janela :(

8.1.07

Coffee In Heaven

You'll be greeted
by a nice cup of coffee
when you get to heaven
and strains of angelic harmony.


But wouldn't you be devastated
if they only serve decaffeinated
while from the percolators of hell

your soul was assaulted
by Satan's fresh espresso smell?

John Agard

Boas Vindas, Ana

Bem vinda Ana!!!
Ana Clemente? Ana Estrela?
Beijinhos

Promoção

Amigas e amigos não escolhidos, aceites e aparentemente perdidos nas brumas da distância,

Espero que tenham tido uma excelente entrada no ano que agora se inicia e que ele vos traga muitas coisas boas. Infelizmente nem sempre é assim, pois a vida, por vezes, proporciona-nos momentos difíceis. Sabendo isso, o meu segundo desejo vai no sentido de que consigam, perante a eventual adversidade: “look at the bright side of life”, tal como nos ensinaram os Monty Python.
Por aqui, vejo que o nosso blog continua a ter uma participação de fazer inveja às peregrinações a Meca ou às margens do Ganges. Bem, adiante, Carlos obrigado pela tua resposta ao “réptil”, a ideia do tour fotográfico pelo Gerês é fantástica. Vamos a isso. Se continuarmos assim, com toda esta participação, vamos economizar no combustível, pois cabemos os 4 (bloggistas) num único carro. Estou a ser mauzinho, e de facto não há necessidade. Antes de me tornar verdadeiramente mauzinho ainda há muito a tentar convosco, “bando” de gente dinâmica... Assim, anuncio que vou enveredar por uma estratégia mais agressiva com vista ao aumento da vossa participação aqui neste nosso espaço virtual. Anuncio, sem pompa nem circunstância, que vou passar a colocar três posts, obrigatórios, por semana. Não é uma regra, obviamente. Comigo já sabem que as regras só servem para duas coisas: serem quebradas ou deixadas de lado. É somente um compromisso. À segunda-feira partilharei convosco um poema, à sexta será dia de partilhar uma coisa qualquer que me apeteça e ao Sábado uma receita (que eu já tenha cozinhado, como é óbvio. Caso contrário bastava copiar de uma site da especialidade. Não tinha gozo nenhum.).
Nesta onda peço ajuda aos restantes bloggers: ao Carlos que coloque num dos outros dias, por ele a designar, uma foto e à Su e à Gabriela que façam o mesmo: escolham um dia e um tema.
Presumo que isto não será o suficiente para aumentar o nível de participação dos restantes amiguinhos, por isso, esta a semana, estejam atentos porque vou avançar com as “promoções” (não tem nada a ver com o período de saldos). Só têm a ganhar, garanto-vos. Funciona assim: vou colocar um desafio (poderá ser um pedido de resposta a uma questão, apenas um comentário a um post, etc.) e um prémio para quem responder primeiro (esta é a parte boa da coisa).
Não vamos deixar que o Abílio tenha razão pois não? Isto não vai morrer.
Beijinhos para as meninas e abraços para os meninos,

João